Letra 12: Quando Eu Morri

Atualizado: 6 de Jul de 2020

Quando Eu Morri

Composição: Sérgio Dall’orto

Letra:


(Estrofe 1) Não planejei que fosse assim... Todo mundo me ouviu, mas eu não me ouvi. Bati, bati: Ei moço! Abre a porta aí para mim. Eu vim do paraíso, são todos surdos por ali. Hoje eu voltei! Saudade me notou, eu disfarcei. Onde ficam minhas coisas que eu pensei que conquistei? Eu quis moral tendo bem material... Falhei. Nem todo brilho é joia, nenhuma joia te faz rei! Nem deu para falar para todas que eu já desejei, Que tudo aquilo que eu fiz e tudo que eu falei Na minha cena, será que ela lembra? Quem tanto fez... Hoje tanto faz. Eu vejo coisa feita pra correr e tantas pra deixar para trás. No jogo cada-um-por-si tem jogador demais! Alguns choraram minha falta, outros ficaram em paz.


(Ponte) Os meus inimigos ficaram todos mais tranquilos ao saberem da minha falta, Não corriam mais perigo. O que é aquilo? Será que é Jesus Cristo? Tentei falar para todos, mas nem todos deram ouvido. Eu não duvido:

Quando eu morri quantos matei comigo?

(Refrão)

Estou à mercê e foi melhor do que morrer na praia. Pouco com Deus é muito, muito seu Deus é nada! Estou navegando nesse mar e a vela está furada.

Estou à mercê e foi melhor do que morrer na praia.

Seres humanos, seres estranhos,

Não sejam farsas! Não se disfarça.

Toda mentira a verdade acha.

Sou viajante e estou voltando para minha casa

(Estrofe 2)

Quando confundi coragem com inconsequência. Quando eu burlei a minha lei vivi de aparência. Enfim, não planejei que fosse assim... Cheguei aqui, será o fim? Será que a porta vai abrir pra mim? Tarde demais para querer rezar. A oração no meu silêncio ecoa alto aqui nesse lugar. E os que ficaram como vão ficar? Cadê aqueles que um dia eu quis reencontrar?

(Ponte)


(Refrão)


(Estrofe 3)

Não planejei que fosse assim... Não é verão, primavera, outono ou inverno. Agora que escapei dessa fronteira céu-inferno... Um conflito interno! Vejo um homem vestido de terno. Será Jesus que está arrumado, mas eu não enxergo. Vai que é o diabo fingindo de sério! Eu me desespero! Um homem de terno veio bater martelo. Dar a sentença desse ex interno?

(Ponte)

(Refrão)

Não planejei que fosse assim... Todo mundo me ouviu, mas eu não me ouvi Bati, bati: Ei moço, abre a porta aí pra mim!

_______________________ FICHA TÉCNICA ______________________________


Ficha técnica

Composição: Sérgio Dall'orto

Produção Musical: Guilherme Negrão (@negraowill)

Arranjo: Sérgio Dall'orto e Guilherme Negrão

Violões: Sérgio Dall'orto e Guilherme Negrão

Teclados: Sérgio Dall'orto e Guilherme Negrão

Programações: Guilherme Negrão

Estudios: BlueRecords e Studio Zen, Brasilia DF

Arte Design: Carlos André Cascelli

Fotografia: Gabriel Ryota

Produtora: Merun Filmes (@merunfilmes)

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